Enfermagem do Piauí participa de ato por valorização da categoria

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Cerca de 30 técnicos e auxiliares de enfermagem representaram os 30 mil profissionais do Piauí no ato

Na manhã desta quarta-feira (20), dia dedicado aos técnicos e auxiliares de Enfermagem, o Conselho Regional de Enfermagem do Piauí (Coren-PI) organizou um ato silencioso que chama a atenção para a valorização e proteção da categoria. A ação aconteceu no adro da Igreja São Benedito.

Com a presença de 30 técnicos e auxiliares de enfermagem representando os quase 30 mil profissionais de Enfermagem do Piauí, o ato teve como objetivo mostrar a importância da categoria e reivindicar melhores condições de trabalho, regulamentação da carga horária de 30 horas semanais e piso salarial instituído a nível federal, estadual e municipal.

No Piauí, são 21.255 profissionais técnicos e auxiliares de Enfermagem, que representam mais de 50% da força de trabalho na saúde. De acordo com a presidente do Coren-PI, Tatiana Melo, a categoria não tem o que comemorar.

“Estamos vivendo uma batalha onde estamos na linha de frente contra a Covid-19. A Enfermagem sempre foi invisível para os olhos da sociedade, porém é essencial para os serviços de saúde. Seguimos lutando para que possamos cada vez mais estar na linha de frente, como sempre estivemos, com condições de trabalho e salários justos”, explica Tatiana. O ato encerrou as atividades da Semana de Enfermagem no Piauí.

O ato encerrou as atividades da Semana de Enfermagem no Piauí

A técnica de Enfermagem, Remédios Monteiro, participou do ato e conta que este ano a comemoração foi diferente. “Sem abraços, sem bolo, e sim, um ato de grande importância da Enfermagem. Mostrando em silêncio nossa visibilidade e reivindicações de direitos esquecidos sempre por nossos gestores. O Coren-PI está de parabéns pela iniciativa deste ato”, afirma.

Para o enfermeiro Kleiton Richard, a manifestação teve grande importância no sentido de chamar a atenção das autoridades para as inúmeras necessidades dos profissionais de Enfermagem. “Precisamos de valorização, leis específicas, dimensionamento, carga horária digna, repouso com qualidade. Diante de todo o processo de assistência, faz-se necessário lembrar que sem Enfermagem não se faz saúde”, defende.

Fonte: Coren-PI

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