DOENÇA: Rubéola

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A rubéola é causada pelo vírus Rubella vírus e é transmitida de pessoa para pessoa, pela emissão de gotículas das secreções respiratórias dos doentes, por meio de fala, tosse ou espirro, sendo altamente contagiosa. ​
É pouco frequente a transmissão através do contato com objetos recém-contaminados por secreções de nariz, boca e garganta ou por sangue, urina ou fezes dos doentes.​
Uma pessoa com rubéola pode transmitir a doença a outras pessoas desde uma semana antes do início da erupção até uma a duas semanas depois de seu desaparecimento.​

SINAIS E SINTOMAS​

O principal sintoma é o surgimento de erupções vermelhas pela pele, que aparecem primeiramente no rosto e depois vão se espalhando pelo tronco, braços e pernas. ​
Febre leve;​
Cefaleia;​
Dor de garganta;​
Congestão nasal;​
Inflamação nos olhos (avermelhados);​
Surgimento de nódulos na região da nuca e atrás das orelhas (surgimento de gânglios linfáticos);​
Desconforto geral e sensação de mal-estar constante;​
Mialgia e artralgia.​

​COMPLICAÇÕES POSSÍVEIS​

Apesar de rubéola ser uma doença considerada branda, pode acontecer de ela evoluir para complicações mais sérias, como otite média e até encefalite.​
Grávidas podem apresentar artrite nos dedos, pulsos ou nos joelhos, que pode durar aproximadamente um mês.​
As consequências da rubéola para um recém-nascido que herdou a doença da mãe (síndrome da rubéola congênita - acontece quando a mulher grávida adquire rubéola e infecta o feto porque o vírus atravessa a placenta) podem ser graves e deixar sequelas irreversíveis como: glaucoma, catarata, problemas cardíacos congênitos (malformação cardíaca), retardo no crescimento, deficiência intelectual, surdez, defeitos no funcionamento de alguns órgãos e outros.​

PREVENÇÃO​

Vacinação é o meio mais seguro e eficaz de se prevenir a rubéola. ​
A vacina da rubéola é recomendada para todas as crianças. Normalmente, é aplicada em bebês de 12 a 15 meses, mas algumas vezes é administrada antes e durante epidemias.​

A imunidade é adquirida pela infecção natural ou por vacinação, sendo duradoura após infecção natural e permanecendo por quase toda a vida após a vacinação. ​
Filhos de mães imunes geralmente permanecem protegidos por anticorpos maternos em torno de seis a nove meses após o nascimento. ​
Para diminuir a circulação do vírus da Rubéola, a vacinação é essencial. ​

VACINAS​

Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola).​
Tetra Viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela).​

Tomar a 1ª dose da vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) aos 12 meses de idade e agendar para os 15 meses de idade a vacina tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela) ou a tríplice viral mais varicela (atenuada).​

OBS: As crianças deverão receber uma dose da vacina tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela) entre 15 e 23 meses de idade desde que já tenham recebido a 1ª dose da vacina tríplice viral.​

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